Dicas para manter uma boa convivência como cuidador

Cresce a cada dia o número de pessoas que precisam de um cuidador para realizar as tarefas do dia a dia, seja por conta da idade avançada ou por alguma doença que exige cuidados especiais.

Mas você sabe como deve ser a relação entre a família de quem precisa de cuidados e o cuidador?

Os familiares da pessoa que é cuidada e o profissional contratado devem manter uma boa relação, a fim de garantir o bem estar e a saúde do paciente e, também, a harmonia do lar.

Por isso, hoje, vamos mostrar como manter o bom convívio entre o cuidador e as pessoas que estão assistindo a pessoa que é cuidada, de uma forma a gerar um ambiente mais agradável para todos.

Qual a função de um cuidador?

Geralmente quando se inicia a necessidade de cuidados, a família assume o papel.

É oferecido carinho e atenção nas tarefas cotidianas, mas nem sempre as pessoas estão preparadas para atender as necessidades de quem necessita de cuidado, principalmente de quem precisa de cuidado em tempo integral, fazendo a pessoa que cuida por amor ter que abdicar de sua vida profissional para isso. Por isso, há necessidade de contratar um cuidador profissional capacitado.

Caberá ao cuidador:

·         Acompanhar a pessoa ao sair de casa;

·         Cuidar da alimentação do paciente;

·         Administrar horários das medicações;

·         Ser gentil;

·         Ser responsável pela higiene do paciente;

·         Observar alterações de comportamento.

Para que o paciente seja bem assistido, é fundamental que a família e o cuidador tenham uma boa relação.

Educação, gentileza, empatia e responsabilidade são habilidades essenciais no trato com as pessoas.

Para otimizar o convívio entre ambas as partes, trouxemos algumas dicas:

·         Valorize a história de vida do paciente

Principalmente os idosos, ao longo da vida, acumulam histórias que devem ser preservadas. Manter vivas essas lembranças ajuda a estimular a mente do idoso e a preservar seus sentimentos.

Peça à família que conte as histórias sobre a vida do paciente e converse com ele a respeito, sempre com um tom positivo.

·         Respeite as diferenças

Cada membro da família tem personalidade própria e age de maneira diferente com o paciente. Por isso o cuidador deve observar o jeito de cada um de ser e não interferir no comportamento de outra pessoa. É importante lembrar que a família é do paciente e não sua.

·         Aja com responsabilidade

As orientações dos familiares e médicos devem ser seguidas pelo cuidador. Não julgue, questione ou desobedeça as orientações dos médicos, fisioterapeutas, etc. Apenas cumpra as tarefas que lhe forem designadas e reporte o dia a dia do paciente aos membros da família.

Deve haver uma relação amistosa entre a família do idoso e cuidador, e essa deve ser mantida durante toda a convivência.

Para o paciente, é complicado ficar trocando de cuidador a todo momento, por isso é importante buscar referências na hora de fazer a contratação, para fazer uma boa escolha.

A confiança mútua entre os familiares e o profissional é fundamental para preservar a vida, e o bem-estar do paciente, bem como a sua integridade física e mental.

Por isso, cabe ao cuidador ser sempre gentil e compreensivo com todos!

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